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Ergonomia no eSocial – Benefícios Para as Empresas
Ergonomia no eSocial - Benefícios para as empresas
nov 03

Ergonomia no eSocial – Benefícios Para as Empresas

Ergonomia e eSocial é um assunto que tem gerado muitas dúvidas. E será que com tanta informação para organizar sobre a saúde e segurança do trabalhador, tantos procedimentos e regras pode haver algum ponto positivo?

A ergonomia não é um assunto novo.  A Análise Ergonômica do Trabalho (AET) deve ser realizada em cumprimento à NR17 – Norma Regulamentadora de ergonomia do Ministério do Trabalho.

Porém, esse assunto é novo para muitas empresas por não receberem estas orientações. Em outros casos, esse assunto não é prioridade. Muitas vezes, as empresas só realizam uma Análise Ergonômica do Trabalho quando são fiscalizadas, quando passam por um processo de certificação ou auditoria, quando é exigida por seus clientes ou quando são alvo de ações trabalhistas. E agora, devido ao eSocial.

Você já deve ter percebido que o eSocial está exigindo a apresentação de uma série de informações e que elas devem estar muito bem organizadas, não é?

E sobre o preenchimento e envio de informações? Já parou para pensar que a equipe ou pessoa responsável por isso precisa das informações corretas para preencher e cumprir os prazos de envio? E que nem sempre essa pessoa terá habilidades para reconhecer se as informações estão corretas ou não?

Com o eSocial, que será implantado em 2018, inicia-se uma nova fase para a prestação de informações ao governo. As informações referentes à Saúde e Segurança do Trabalho também deverão ser prestadas e as empresas terão 6 meses adicionais, após a implantação, para se prepararem.

Ergonomia no eSocial

Embora o prazo pareça longo e confortável, a prestação das informações de Ergonomia no eSocial e de outras informações pertinentes à Segurança do Trabalho pode ser trabalhosa e deverá ser realizada o quanto antes, para evitar os transtornos devido ao preenchimento incorreto ou não envio.

Assim como outros documentos obrigatórios para uma empresa, tais como o PPRA, PCMSO, dentre outros, a AET deve ser realizada para contemplar a identificação de riscos ergonômicos, os quais não são previstos pelo PPRA.

No ambiente do eSocial, além dos riscos químicos, físicos e biológicos que são identificados pelo PPRA, acrescentam-se 21 tipos de riscos ergonômicos, divididos em 4 categorias: Biomecânicos, Mobiliários e Equipamentos, Organizacionais e os riscos Psicossociais e Cognitivos.

É importante frisar que a identificação desses riscos deve estar corretamente relacionada aos GHEs – Grupos Homogêneos de Exposição – e também por função. Eu falo sobre isso no E-book Grátis de Ergonomia no eSocial.

Além disso, as informações de todos esses documentos são muito importantes. Sempre que houver uma alteração do ambiente produtivo, mobilização do trabalhador para outro GHE ou mudança de função que implique em alteração dos riscos a que ele está exposto, isso deverá ser informado no eSocial o quanto antes, inclusive os riscos ergonômicos.

Ergonomia e o eSocial – Quais São os Benefícios Para as Empresas?

Embora a implantação do eSocial esteja trazendo muito trabalho, dúvidas e um sentimento de negação (porque tudo o que nos tira da zona de conforto provoca um sentimento de negação), a correta identificação dos riscos ergonômicos trará agilidade para o preenchimento das informações de Ergonomia no eSocial e cumprirá com um objetivo maior: facilitar a gestão dos riscos, o que implicará em redução dos custos com passivos trabalhistas, proteção à saúde do trabalhador, prevenção de acidentes (segundo pesquisa realizada pelo Médico do Trabalho Dr. Hudson Couto, 37% dos acidentes são causados por situações anti-ergonômicas), redução do FAP e ainda assegurar a produtividade devido à redução do retrabalho, desperdícios de tempo e até mesmo de matéria-prima.

Um estudo ergonômico correto vai além de observar postura e qualidade de mesas ou cadeiras e pode fazer muito mais pela empresa e seus trabalhadores.

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